Vacinação: “Sempre é melhor prevenir do que remediar.”

A vacinação é uma das intervenções mais importantes em saúde pública. O Brasil possui o elogiado Programa Nacional de Imunização, criado no país em 1973 e que sistematizou e intensificou a vacinação gratuita em todo o país.

Infelizmente, a cobertura vacinal está em queda nos últimos anos. A redução de pessoas vacinadas cria bolsões de indivíduos suscetíveis a doenças. As causas são as mais variadas, desde prioridade nos modelos de atenção à saúde, desabastecimento de vacinas essenciais e aumento de municípios com menos recursos financeiros para gerir os programas de imunização. Outra questão importante é o crescimento dos movimentos “antivacinas” alimentadas por informações não científicas, principalmente nas redes sociais.

Apesar dos inúmeros estudos científicos demonstrarem a eficácia e segurança das vacinas, cresce o número de pessoas que se recusam a vacinar seus filhos, fomentando movimentos que podem ser responsáveis pela volta de doenças importantes, como sarampo e poliomielite.

Nesse sentido, é preciso aumentar a circulação de informações qualificadas e cientificamente comprovadas, aproveitando a comunicação de massa entre pais, jovens e crianças nas escolas e comunidades.

O mecanismo que faz com que a vacina seja importante é a prevenção e não podemos abrir mão desse importante avanço da ciência na história da humanidade.

Precisamos estar atentos para atuarmos de forma rápida e eficaz nos fatores responsáveis pela diminuição das taxas de vacinação no país para não retrocedermos e enfrentarmos consequências graves.

A Campanha de Vacinação contra a Gripe teve início no dia 10 de abril e seguirá até o dia 31 de maio. O “Dia D” da Campanha ocorrerá no dia 04 de maio.

Na primeira semana a vacinação foi direcionada exclusivamente para crianças de 6 meses até 6 anos incompletos e para gestantes. A partir desta segunda-feira, 22, a vacinação ocorre para todos os grupos prioritários:

  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias)
  • Gestantes (em qualquer tempo gestacional)
  • Puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)
  • Pessoas com 60 anos ou mais
  • Povos indígenas aldeados
  • Trabalhadores de saúde dos serviços públicos e privados
  • Presos e funcionários do sistema prisional
  • Professores de escolas públicas e privadas
  • Portadores de doenças crônicas.

A vacina protege contra três apresentações do vírus Influenza: A (H1N1), A (H3N2) e B. A vacina é produzida com vírus mortos, sem risco de causar infecção.

A imunização leva em torno de 15 dias para gerar proteção ao organismo, por isso a importância de se vacinar no período da campanha, antes da chegada do inverno, época do ano de maior circulação da doença.

(Fonte/Foto: Andréia Cristina Queiroz – Assessoria de Imprensa da Prefeitura, com informações da SMS de Crissiumal)

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